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Residência Jardim (residência para estudantes) Para Projecto IV/II Tendo em conta os requisitos impostos o que se procurou foi cumprir um programa, que se expõe pela tipologia complexo residencial, onde parti em busca da sua forma de concretização mais simples e lúdica, indo ao encontro do sonho de criança – uma casa suspensa na árvore, visto o alvo ser o público jovem. Permitindo-se uma estadia descontraída, paisagisticamente enquadrada com a flora envolvente a plantar e a fauna que poderá aderir posteriormente. Modelei o terreno por forma a encontrar uma área plana suficiente à estadia e encontro de utentes ao ar livre e onde se implantaram os dois edifícios de serviços colectivos. Na periferia dessa plataforma o declive existente do terreno e a vegetação aí proposta criam a noção de parque/jardim onde plantei, suspensas,  unidades individuais de habitação numa tentativa de “perfeita” simbiose com a composição arbórea. As unidades de hab...
Como se pode brilhar à meia noite? Abano o coração ainda adormecido, esqueço a canção que gastei continuando esta a viver secretamente dentro de mim. O que me aconteceu não sei, não sei do que me recordar, embora saiba do que viver. Tento arrumar á pressa os últimos meses e sair depressa para o trabalho…guardo o coração desperto, e esqueço a canção que noto já não passar na rádio…em sonhos ou nas arrojadas beliscadelas. Trai-me tanto devido a gatos, estes meigos são enquanto os domino. Mesmo sem gatos fico com frieiras da noite fria…sendo assim mesmo com luvas, dizendo as pobres mal criadas que me querem saber ler, que tenho é coração partido, vida em modo corrompido. Não o tenho, talvez só pé dormente e recusa de ir para a cama por estar doente. Para quê camas quando se tem quem nos cante o fado? Quero cantar a cantiga do meu pastor, pois é tarde demais para tudo o que me lembro, mesmo para a verdade crua, pois nua toda a gente a aponta.
Cinema Ubi. Trabalho fabuloso feito por alunos de cinema da Ubi: " Azeitona " http://azeitonaofilme.blogspot.com/ Os meus Parabéns.
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. Vanitas Todos os dias que passam tento. Esquecida a cada dia que passa, vivo a má sorte da distracção que me faz não possuir o que procuro. Esquecida a cada novo condimento de qualquer coisa que encontrei, e vou encontrando mais, a cada dia que passa… O que em “A Queda” de Camus se conta: “ Gozava a minha própria natureza, e todos nós sabemos que é aí que reside a felicidade (…)”, Seja ela como for hoje, ou o que foi ontem, desde que o hoje se viva entre a precaridade efémera dos prazeres mundanos e o vazio das ostentações vaidosas do Homem…esperando por um futuro de lucidez, clarividência, que são premissas desde sempre procuradas, tornando a fé no seu encontro religiosa para qualquer agnóstico, utópica para qualquer sonhador. Mas, para mim, que me anulo por tanta falha, é pertinente. Pois é um Tudo que encaixa sempre em circunstâncias de nada.
É preciso esquecer, daí ter parado de escrever. É preciso sentir profundamente para conseguir comunicar devidamente. E não me sinto, antes perco-me em meias medidas que por escrito a nada correspondem, só a coisas fraquitas. Destas frases estou cheia. De ideias deste tipo estou cheia. Estou cheia de desencanto e desinteresse. Antes não escrever e encontrar um lugar nos dias que passasse em produtividade, isto criar-me-ia sossego. Para tal é preciso o mesmo ingrediente que se tem no fim. Bem, Isto é tudo demasiado engraçado, e o sentido de humor falha-me. É preciso definir em condições para encontrar nas palavras relações.
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Madredeus de regresso sem Teresa Salgueiro LUÍS FILIPE RODRIGUES Grupo edita novo disco ainda este ano. A antiga vocalista foi substituída por três novas cantoras diferentes. Depois de uma breve pausa sabática, que correspondeu ao ano 2007, os Madredeus estão de volta. O grupo liderado por Pedro Ayres Magalhães deve lançar um novo álbum de originais ainda este ano, através da editora Farol Música. Teresa Salgueiro, a antiga vocalista, não participa no novo trabalho, pela primeira na história do projecto. Para o seu lugar foram escolhidas três vozes femininas, revelou David Benasulin, da Farol, em declarações ao DN. De acordo com a mesma fonte, o novo disco inclui um "repertório inteiramente novo", interpretado por Pedro Ayres Magalhães e pelo teclista Carlos Maria Trindade, aos quais se uniram uma série de novos músicos, além das referidas cantoras, cujo nome não foi revelado. O registo abraça também novas sonoridades e instrumentos como a harpa, a bateria, diversos instrum...
Enquanto o tempo vai esfriando eu reencontro o lugar em mim que dá palavras por escrito, ao mesmo tempo observo motivos que me colocam de frente para a suspeita de um estúpido desgoverno do meu destino diário. Apenas isso. Perdição…desgoverno. Reencontro o nunca achado, numa complicação de azares e alegrias que se assumem como ventos que apagam pegadas e marcas que se desejariam pelo menos como lembrança. Lembrança de uma coragem diante de escuro de breu, que suspeito, apesar de alguma memória perdida, de uma tímida assunção mas de mais coerência que hoje. Divertido uma adolescente ter mais despacho que uma adulta. Talvez não conhecesse ainda a parte fraca biológica que sobre tudo em nós tem controlo. E nisto ideias é que se enterram. Um corpo depois de acabado ainda serve aos demais.