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22/02/2008 Uma das vezes em Lix Exposição de Leonor Antunes (Chiado 8) Café do Museu do Chiado: Alguns quadros da Lisboa Arte: A Brasileira! Uma das minhas estações preferidas de Metro (Arte Nova): Poiso de Final de Dia:
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Não consigo dormir. Tenho esta “coisinha” como nomearam ao telefone hoje quando cheguei de Lisboa. E já que assim é, não durmo, aproveito a oportuna vontade de escrever que me deu, de registar estes últimos dois dias, que espero que me fiquem em memória a longo prazo. Registar…talvez amanhã e só para mim…por hoje fico-me com o que resta de tudo (e é mesmo caso para dizer de tudo) desfazendo esta cabeça pesada em propostas para uma conclusão. A verdade é que apesar de viver intensamente o meu mundinho pobre com alegria ao fechar-me no meu micro-sistema, quando saio dele, mudando de ares, que apesar de bons, não me têm trazido nada que me alimente a alma, tudo o que parecia ter importância soberana para mim desvanece, e chega até a sucumbir no sub-consciente, quer-me fazer crer. O facto é que isto me agrada, pois sinto-me menos doentia, de veras menos obcecada, mais leve e como alguém diz e se cruza comigo “Duma existência banal/Até às luzes da Ribalta/Há dois carris de metal/Desde a Bai...
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Uma vez a visitar o 1/3 da colecção Berardo. Muita coisa lá estava, entre aulas de arte para miudos, o que me fascinou; mas o que mais mexeu comigo foi esta escultura que mesmo ao perto, tinhamos de observar exaustivamente para conseguir discernir que não era real. Na foto quase parece uma esculta (e é) mas lá pareciam duas pessoas, não só pelo realismo de conjunto, mas também pelos pormenores impressionantes. Quando dei de caras com isto estremeci por completo, e não pela surpresa, mas pelo fascinio de confirmar, mais uma vez, que um momento deste genero é mágico que baste para se considerar arte. Só por si. Sem necessitar de habilidades especiais.
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"Cova das Maravilhas" Há um pouco mais de um ano atrás prometi fotos de um lugar que um dia considerei mágico. Não que seja impressionante só por si, não; terá de se ter em conta que desabrochou naturalmente, como uma lágrima que lava um emaranhado de tristeza da nossa face, quando estamos perdidos num deserto. Acontece connosco, com a nossa fisiologia, mas também com a natureza, ou não fosse nascer este pequeno canto do céu no meio de um pinhal, que aparentemente é sempre igual.
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Óbidos Achocolatado II (dia 11/11/2006) As esculturas de chocolate não são as deste ano mas de 2005...não estive disposta a entrar na fila.
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Óbidos Achocolatado! (primeira visita este ano)
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Sr.Chocolate em relações burocráticas com Óbidos! Ora Cá estamos na 5º edição do festival de chocolate de Óbidos, que este ano, segundo eu própria testei é sem dúvida a melhor de entre todas as que se lá realizaram, finalmente vê-se chocolate além de gente! Nem que para isso se tenha de pagar 5 euros( com oferta de chocolate pipi da nestlé) pela pulseira de entrada nas tendas...3,5 euros aos dias de semana. Apareçam!
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São Martinho, despedida com carinho! Pois é, dia 16 de Setembro foi a véspera de partida para a Covilhã, que foi gasta à grande e à portuguesa em dois sítios que habitam o meu coração. O primeiro, não por ser o melhor, foi São Martinho, por entre remodelações que acompanham a de Alcobaça, dadas pela felicidade da mesma autarquia. Aqui ficam algumas fotos das alterações: